Israel atacou o sul do Líbano após acusar o grupo Hezbollah de violar o cessar-fogo, resultando em um morto e 11 feridos, segundo informações do exército israelense. A operação ocorreu em resposta a uma suposta infração pelas forças do Hezbollah, que são apoiadas pelo Irã, segundo a mesma fonte. A região foi alvo de ataques específicos, com a autoridade israelense informando que havia emitido uma advertência de evacuação ao vilarejo de Mansouri antes do ataque.
As conversações entre Israel e o Líbano, facilitadas pelos Estados Unidos, continuam em Roma, segundo relatos de jornais locais. O líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, criticou as negociações, alegando que elas trariam "vergonha e humilhação" ao Líbano. Por sua vez, o primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, acusou o Hezbollah de "ajudar Israel", segundo uma reportagem da Al Jazeera.
O Irã, por sua vez, expressou confiança na resolução dos conflitos, afirmando que as questões pendentes "não parecem ser particularmente complexas", segundo uma fonte diplomática iraniana. A situação reforça a tensão entre as potências regionais e o papel crescente do Irã na região.



























