Luís Neves, responsável pela gestão da matéria perigosa, admitiu ter esperado três semanas para compreender o que era possível descobrir até então, antes de construir a sua narrativa, segundo afirmou Bruno Batista, comentador da CNN Portugal (cnnportugal.iol.pt). O comentador considera que a justificação de falta de orçamento não é válida para justificar a decisão de enviar a substância perigosa para uma rua de Barcelos.
A explicação de Luís Neves surge em contexto de críticas à gestão da situação, com questionamentos sobre a segurança e a transparência. A decisão de enviar a matéria para uma área específica da cidade foi vista como inadequada por alguns analistas, que acreditam que uma abordagem mais cuidadosa poderia ter sido adoptada.
A situação levantou debates sobre responsabilidade e protocolos de segurança, com a comunidade local a pedir mais clareza sobre os passos futuros. Ainda não há indicações de alterações imediatas nas medidas tomadas, mas a pressão por transparência aumenta.



















