O Ministério da Administração Interna, tutelado por Luís Neves, rejeitou esta sexta-feira (7 de agosto) as suspeitas em torno da adjudicação de contratos, segundo uma fonte oficial (dn.pt). A declaração foi feita após críticas sobre a atribuição de contratos ao grupo DST, ligado à Construbarcelos. O grupo DST, que ganhou dois concursos para obras na Polícia Judiciária durante o mandato de Luís Neves, negou qualquer envolvimento político ou pessoal no processo (sapo.pt).
A adjudicação de contratos no valor de 4,5 milhões de euros foi alvo de questionamento por parte de alguns setores da opinião pública. O Ministério da Administração Interna destacou que a adjudicação seguiu os procedimentos legais estabelecidos. O grupo DST, por sua vez, reafirmou que não houve influência externa na tomada de decisão.
A situação levantou debates sobre transparência e processos de contratação no setor público. Ainda não há uma resposta oficial detalhada sobre as críticas, mas o Ministério reforçou a sua posição de que os processos foram conduzidos de forma correta.





























