Luís Neves, ministro da Administração Pública, foi pressionado por líderes de partidos políticos, incluindo o PS e o Chega, após declarações controversas. O líder do PS, José Luís Carneiro, pediu ao primeiro-ministro que avalie se o ministro continua apto para seu cargo. O líder do Chega, André Ventura, criticou as declarações de Neves, dizendo que ele "deve estar arrepiado" com elas.

O ministro apresentou explicações, mas a pressão política persiste. O PS não fala em demissão, mas Carneiro defendeu que Neves deva voltar ao Parlamento "tão breve quanto possível". O Chega e a Iniciativa Liberal, por outro lado, pediram a saída de Neves do Governo.

A Autoridade do MAI foi criticada por demorar a responder a perguntas sobre a situação. Miguel Costa Matos, deputado do PS, questionou a demora nas respostas do ministro. O PS opôs-se a uma comissão de inquérito, preferindo uma avaliação política.

A situação permanece tensa, com partidos políticos exigindo transparência e responsabilidade. A pressão sobre Luís Neves continua, sem uma solução clara em vista.

Sources
  • observador.pt — Luís Neves explicou-se, mas não matou as polémicas
  • Correio da Manhã — José Luís Carneiro, secretário-geral do PS (à esquerda), e André Ventura, presidente do Chega (à direita)
  • cnnportugal.iol.pt — Autoridade do MAI "sai sem dúvida beliscada": "O primeiro-ministro terá de avaliar se existem condições para continuar"
  • tvi.iol.pt — Chega e IL pedem demissão de Luís Neves. Carneiro exige "prestação de contas" à Assembleia da República
  • jornaleconomico.sapo.pt — Carneiro quer Luís Neves no Parlamento “tão breve quanto possível” mas opõe-se a inquérito
  • sapo.pt — José Luís Carneiro esteve reunido com Luís Montenegro, na residência oficial de São Bento
  • Diário de Notícias — Carneiro quer Luís Neves no Parlamento “tão breve quanto possível” mas opõe-se a inquérito