A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) considera permitir transmissões ao vivo na plataforma Discord, desde que a empresa adote "medidas razoáveis" para prevenir danos. A decisão surge após a suspensão da ferramenta de lives pela agência, após o suicídio induzido de uma menina durante uma transmissão. A ANPD está avaliando possíveis ajustes na plataforma para garantir segurança e proteger usuários, especialmente jovens.
O caso da menina, cuja identidade não foi revelada, gerou atenção nacional e internacional. A plataforma Discord já havia sido acusada de não ter mecanismos suficientes para monitorar conteúdo potencialmente prejudicial. A ANPD pede que a empresa implemente políticas claras e eficazes para evitar incidentes semelhantes.
A decisão final depende de uma análise detalhada das medidas propostas por Discord. A ANPD enfatiza a importância de equilibrar liberdade de expressão com proteção de direitos. A situação reflete um debate maior sobre responsabilidade das plataformas digitais em relação a conteúdo de risco.
A ANPD aguarda a resposta de Discord antes de tomar uma posição definitiva. O caso continua sob análise, com possíveis mudanças nas regras de uso da plataforma.




























