O Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma crise interna após uma sessão marcada por gritos e acusações entre seus ministros. Durante uma sessão do plenário, o ministro Gilmar Mendes foi acusado de usar uma "PF paralela" para investigar outros membros da corte. A tensão se agravou com ataques diretos, como quando Gilmar criticou um colega, exigindo que ele "se algemar".
A divisão entre os ministros ficou evidente, com grupos formados por André Mendonça e Luiz Fux em um lado, e outros membros em outro. O desgaste da imagem do STF cresce com o aumento de decisões monocráticas e a concentração de poderes. Advogados e observadores destacam a necessidade de reformas no Judiciário para evitar a polarização.
Alguns ministros, como Dias Toffoli e Nunes Marques, anunciaram que não votarão em julgamentos importantes, como o envolvendo o ministro Sergio Moro. A situação reflete uma crise de legitimidade e uma polarização crescente dentro do órgão máximo do país.























