Equipes de resgate continuam a buscar mais de 1.300 pessoas desaparecidas na região fronteiriça entre o Nepal e o Tibete, após fortes chuvas causarem inundações catastróficas. O número de mortos subiu para 362, segundo relatos da imprensa local. As águas, que atingiram vilarejos e estradas, dificultam o acesso a áreas remotas, onde a falta de infraestrutura agrava a situação.
Um dos quatro cidadãos portugueses considerados desaparecidos foi localizado com vida, segundo informações recentes. Apesar disso, a busca por outros ainda continua. As imagens capturam o momento em que uma onda de lama, causada por deslizamentos e desmoronamentos, atinge a região, destruindo casas e infraestrutura.
Cientistas indicam que o colapso de uma geleira pode ter contribuído para o aumento do volume de água. A fronteira entre o Nepal e o Tibete, localizada em uma área geologicamente instável, sofreu danos significativos. A comunidade local, já vulnerável, enfrenta um desafio enorme para se recuperar.
A situação exige cooperação internacional para auxiliar na busca e no resgate. A região, de difícil acesso, torna o esforço ainda mais complexo. As autoridades alertam para a necessidade de vigilância e preparação ante futuras ocorrências climáticas.



























