O Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma crise interna após acusações mútuas entre ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. A tensão surgiu após Moraes divulgar relatórios da Polícia Federal que mencionavam Mendonça, acusado de envolvimento com o ex-dono do Banco Master. Mendonça, por sua vez, acusou Moraes de usar informações sensíveis para obter vantagem política. A situação se agravou com a divulgação de imagens de Moraes e Gilmar Mendes rindo após a primeira sessão do STF, em setembro de 2026, levantando suspeitas sobre sua conduta.
O presidente do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, tenta se distanciar do caso, enquanto o partido evita ataques diretos contra Moraes. A crise também envolve a campanha eleitoral, com Flávio Bolsonaro acusando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de proteger Moraes por amizade. O ministro Fachin, que lidera o STF, prometeu reformas e uma nova ética, mas a situação permanece instável.
A divulgação de relatórios de inteligência pela PF gerou descontentamento entre seus próprios agentes, que acreditam que a informação foi usada de forma inadequada. A situação se intensificou com a divulgação de imagens que mostram Moraes e outros ministros rindo, levantando dúvidas sobre sua conduta. A crise no STF tem impacto político, com a eleição presidencial cada vez mais próxima.



















