Ministros do STF ignoram a crise envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o ex-presidente da PF, Rodrigo Janot, segundo informações da Folha de S.Paulo. A situação se agravou com o relatório da PF que expôs ligações perigosas entre Moraes e Vorcaro, levando a uma pressão crescente sobre o Supremo. O presidente do STF, Edson Fachin, tem evitado tomar posição direta e pede que a temperatura do caso seja mantida baixa.

O ex-PGR Claudio Fonteles afirma que a crise é a maior do STF e que Moraes precisa ser investigado. Ele também defende a manutenção do relatório da PF, apesar das pressões de ministros como André Mendonça. A campanha de Lula também reagiu ao caso, posicionando-se contra a crise e avaliando o impacto nas eleições.

O senador Davi Alcolumbre defendeu Moraes e criticou Flávio Bolsonaro por ter pedido R$ 130 milhões. A situação está gerando desgaste político e eleitoral, com o PT e o STF ajustando suas estratégias. A sessão do STF não mencionou publicamente o caso, mas os ministros reconhecem a crise nos bastidores.

O caso Master e as mensagens entre Moraes e Vorcaro continuam a gerar impasse, com o STF tentando equilibrar pressões internas e externas. A situação ainda não tem resolução, mas a tensão aumenta com o avanço das investigações.