O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu assumir a relatoria do inquérito que envolve o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A medida foi tomada após a decisão do ministro André Mendonça, que havia determinado a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Roberto Andrei, o que foi considerado uma afronta à Presidência do STF. Fachin suspendeu o caso e determinou que o processo fosse analisado em sessão plenária extraordinária.
A crise no STF intensificou-se com conflitos entre os ministros, especialmente entre Moraes, Mendonça e Dino. Fachin interveio para tentar restabelecer a ordem interna da Corte, destacando a necessidade de zelar pela integridade da instituição. A decisão de Fachin gerou polêmica, pois envolve acusações de vínculos entre Moraes e Vorcaro, além de envolver ações da Polícia Federal.
A sessão plenária extraordinária está marcada para o dia 15 de setembro, onde os ministros deverão analisar a petição 16.662, que reúne elementos sobre as relações suspeitas entre os envolvidos. A situação reflete a complexidade das investigações internas no STF e a polarização entre os membros da Corte.
A manutenção do plenário como espaço de decisão coletiva foi reforçada, com a possibilidade de reunião dos ministros após uma sequência de decisões conflitantes. A crise demonstra o impacto das fake news e a necessidade de transparência nas investigações.
















