Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), prometeu uma resposta "firme, proporcional e rigorosa" à crise interna no tribunal, que envolve acusações entre ministros e investigações sobre o caso Banco Master. A situação, que tem gerado tensão no poder judiciário, foi abordada por Fachin em reuniões com o advogado-geral da União, Gustavo Chalfun, e com o presidente da República, Jair Bolsonaro. O ministro destacou a necessidade de transparência e da manutenção da normalidade processual, mesmo diante das pressões políticas.
A crise, que ganha contornos políticos, envolve acusações de abuso de poder e tentativa de interferência no Judiciário por parte de ministros como Alexandre de Moraes e André Mendonça. Fachin defendeu a criação de um código de ética para o STF e o fim do Inquérito das Fake News, que tem sido criticado por sua abordagem polêmica. Ele também destacou a importância de manter a independência e a integridade do processo judicial, mesmo diante da polarização política.
O prazo para a análise do caso Banco Master foi fixado para 13 dias antes das eleições, o que tem gerado preocupações sobre a imparcialidade do processo. Fachin reforçou que as decisões devem ser baseadas em evidências e respeitar o direito de defesa. A situação está em foco, com a expectativa de que as medidas anunciadas possam ajudar a restabelecer a confiança no Judiciário.



















