Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, evitou detalhar as contas relacionadas ao filme "Dark Horse" e mantém a promessa de transparência em aberto. Em recente comentário, ele chamou o filme de "página virada", sugerindo que a prestação de contas já teria sido feita, mas não explicou os valores envolvidos ou o destino dos recursos. A declaração ocorreu durante uma entrevista em que ele tentou se distanciar da polêmica envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Master, empresa que teria financiado parte do projeto.
Colunistas e analistas questionam o andamento da apuração sobre os recursos envolvidos, já que o prazo inicial de 30 dias para prestar contas foi ultrapassado. Um dos comentaristas, Andreazza, destacou a falta de esclarecimentos sobre o uso dos fundos, apesar da promessa de transparência. A situação gerou críticas e dúvidas sobre a verdadeira intenção de Flávio em relação à transparência e ao uso de verbas públicas.
A falta de detalhes sobre os movimentos financeiros e a ausência de explicações claras têm gerado especulações sobre a relação entre o grupo político e os financiadores externos. Apesar das promessas, a falta de ações concretas alimenta a desconfiança sobre a legitimidade dos recursos utilizados no projeto. O caso continua sob observação, com expectativa de mais esclarecimentos.



























