Flávio Bolsonaro evitou responder diretamente a perguntas sobre a doação de R$ 61 milhões atribuída a Daniel Vorcaro durante o seu mandato, desviando o foco para o caso de Lulinha, seu filho. A estratégia do senador, consiste em ignorar as cobranças por transparência e direcionar o debate para outro escândalo, mantendo o foco na investigação sobre o filho de Lula.

No mesmo tempo, Flávio enfrenta críticas de políticos de direita que buscam atrair o eleitorado de oposição a Lula. Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema, têm criticado publicamente o senador, o que aumenta a pressão sobre sua campanha.

Além disso, Lula terá mais tempo de propaganda eleitoral gratuita do que Flávio. A distribuição dos tempos nas redes de rádio e televisão favorece o candidato do PT, o que pode influenciar a visibilidade durante a campanha.

A disputa eleitoral entre Lula e Flávio se intensifica, com pesquisas apontando vantagem para o petista em diversos estados. A campanha de Flávio, no entanto, enfrenta desafios internos e externos, enquanto o foco na segurança pública e na gestão de crises permanece central.