Uma inundaçāo repentina na fronteira entre o Nepal e o Tibete causou ao menos 160 mortes e deixou centenas de pessoas desaparecidas, segundo balanços provisórios. A tragédia ocorreu na terça-feira, 26 de agosto, quando uma parede de lama e rochas desabou num rio, provocando inundações catastróficas no lado nepalês. As águas, que atingiram até seis metros de altura, varreram vilas e deixaram muitas casas parcialmente submersas.
Entre as vítimas, uma cidadã portuguesa foi confirmada como morta após ter sido dada como desaparecida. O Ministério dos Negócios Estrangeiros português confirmou a morte da mulher, que estava no país quando a tragédia ocorreu. Além disso, um cidadão português ainda está desaparecido. As autoridades locais estão empenhadas em resgatar sobreviventes e avaliar o impacto total do desastre.
O deslizamento de terra, que pode ter sido causado pelo desprendimento de gelo, gerou ondas poderosas que atingiram comunidades rurais. Testemunhas relataram que a lama e as rochas se moveram rapidamente, destruindo casas e deixando muitas pessoas feridas. A região, localizada nos Himalaias, é propensa a desastres naturais, mas a intensidade do evento surpreendeu os moradores e os serviços de emergência.
A situação continua crítica, com muitas pessoas ainda em busca e infraestrutura danificada. As autoridades estão trabalhando para restabelecer a comunicação e fornecer ajuda às vítimas. A tragédia reforça a necessidade de medidas de prevenção e resposta rápida em áreas de risco.






























