O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi incluído em uma investigação após a Polícia Federal (PF) revelar mensagens e encontros com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação depende da autorização do STF. A PF apontou que Vorcaro declarou uma "dívida de vida" a Moraes em uma mensagem, levantando suspeitas sobre possíveis influências ou interesses mútuos.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a nulidade do relatório da PF que cita conversas entre Moraes e Vorcaro, alegando que o documento foi produzido de forma inadequada. A PF, por sua vez, afirma que os documentos foram levantados com autorização do ministro André Mendonça, do STF.
Além disso, a PF também revelou preocupações sobre pagamentos ao escritório da mulher de Moraes, Viviane de Moraes. O gabinete de Moraes já havia negado, em março, que as mensagens de uma conversa com Vorcaro fossem suas, afirmando que os dados de contato não batiam com o número de telefone do ministro.
A situação está em análise e pode gerar novas investigações, com o STF ainda decidindo se autoriza a continuidade da apuração.
























