O Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma crise interna após a intervenção do ministro Edson Fachin para acalmar conflitos entre seus membros. Fachin, que assumiu a relatoria do inquérito das Fake News, interveio após divergências entre ministros sobre a direção da corte e a gestão de processos importantes. A situação se agravou com a suspensão de decisões tomadas por alguns ministros, incluindo o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pela AGU.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou, solicitando acesso a documentos relacionados ao caso do Banco Master e pedindo o afastamento do procurador-geral da República, Paulo Gonet. A OAB também cobrou apuração sobre ações de ministros do STF, que têm sido alvo de críticas por decisões consideradas conflitantes.

A crise afeta a imagem e a eficiência do STF, com ações de ministros que parecem desalinhadas. Fachin tenta restabelecer a ordem, mas a situação permanece instável. A manutenção do plenário nesta quinta-feira será uma prova de que a corte pode retomar a normalidade.