A Polícia Judiciária (PJ) está sob investigação após uma auditoria solicitada pelo seu atual diretor, que foca nas obras públicas realizadas e na gestão da instituição. A inspeção-geral da Justiça confirmou que a auditoria foi pedida e que o Ministério da Justiça não definiu prazos para a conclusão do processo (dn.pt). A situação levantou críticas políticas, com o deputado do Partido Socialista, Miguel Costa Matos, que acusou a PJ de ter existido uma "cultura de informalidade" durante o mandato do ex-chefe Luís Neves, que teria realizado obras pessoais e na instituição com o mesmo empreiteiro (cnnportugal.iol.pt).
Além disso, a auditoria também está ligada a uma investigação sobre possíveis irregularidades na gestão de contratos e obras públicas. O diretor financeiro da PJ negou ter sido realizadas obras na sua residência pela empresa Construbarcelos, após confrontação interna (dn.pt). A situação tem gerado preocupação sobre a transparência e a conduta da PJ, que está no centro das atenções dos meios de comunicação (dnoticias.pt).


























