Ceuta conclui autópsias e identifica 6 mortos em crise migratória
O Instituto de Medicina Legal (IML) de Ceuta concluiu as autópsias de 82 corpos encontrados no mar, que pertencem a migrantes que tentaram atravessar a fronteira da cidade autónoma espanhola, e identificou seis vítimas (dnoticias.pt). A conclusão das autópsias marca o fim do protocolo de atuação médico-forense e de Polícia científica, que estava em vigor desde a semana passada devido à crise migratória na região.
Segundo o IML, as identificações foram feitas com base em documentos e dados pessoais encontrados nos corpos. Para identificar as restantes vítimas, os dados das impressões digitais serão enviados a Marrocos, onde serão analisados para reconhecimento (agazeta.com.br). A crise migratória em Ceuta, localizada no norte de África, registrou um aumento significativo de entradas, com cerca de 72 000 pessoas entrando na cidade em 24 horas, e 70 000 já retornando ao país de origem (cmjornal.pt).
A situação levantou preocupações na União Europeia, que pediu a Meta e TikTok que reforcem a vigilância sobre a disseminação de informações falsas nas redes sociais, que incentivaram novas tentativas de travessia para Ceuta (UE pede a Meta e TikTok que reforcem vigilância sobre informação após Ceuta). A BBC destacou que perfis falsos no Facebook e Instagram espalharam notícias erradas, levando a uma nova onda de migrantes (sapo.pt).



























