O presidente do partido Chega, André Ventura, ameaçou apresentar uma moção de censura ao Governo se o primeiro-ministro não resolver a situação do ministro da Administração Interna, Luís Neves, até ao fim do mês. A situação, considerada "grotesca" e "inaceitável" por Ventura, tem sido alvo de críticas de vários setores políticos e da opinião pública.
O caso de Luís Neves, envolvido em investigações sobre possíveis irregularidades, tem gerado tensão dentro do governo e entre partidos. O presidente da República, António José Seguro, já expressou desapontamento com a situação, preferindo que Luís Neves já não fosse ministro. A Comissão Parlamentar de Inquérito pedida pelo Chega pode ser interrompida durante semanas, segundo fontes do jornal Sol.
A moção de censura, se apresentada, seria uma medida de pressão política contra o Executivo. O PS, por sua vez, defende que a saída de Luís Neves não é uma prioridade do governo e que a ação do Chega visa apenas desgastar o executivo. A situação permanece em aberto, com o prazo para decisão próximo.

























