Os Estados Unidos ameaçam aliados que não apoiem a ofensiva económica contra o Irão, segundo declarações do secretário do Tesouro, Scott Bessent. A pressão norte-americana é considerada por Teerão como um ato de "terrorismo económico", que viola os direitos fundamentais dos cidadãos iranianos. A China, que representa mais de um quarto do comércio iraniano, e os Emirados Árabes Unidos, que suspenderam transações comerciais, são os principais parceiros que mantêm relações com o Irão. A Turquia, a Rússia e o Iraque continuam a ser aliados comerciais importantes.
A ofensiva económica dos EUA visa "derrubar" o regime iraniano, segundo Bessent, que alertou que os aliados que não se alinham com a política norte-americana enfrentarão consequências. A Guarda Revolucionária iraniana, por seu lado, ameaçou usar mísseis mais destrutivos se a pressão continuar. O estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o petróleo, permanece no centro das tensões.
A tensão entre os EUA e o Irão intensifica-se com a ameaça de represálias contra países que não apoiem a ofensiva económica. A China, apesar de ser um parceiro comercial importante, não se posicionou claramente. A situação pode levar a uma escalada de conflito, com impactos significativos na economia iraniana e na região.
























