Ministro da Administração Interna, Luís Neves, negou ter sido intimidado por críticas políticas e reforçou a sua posição diante da moção de censura apresentada pelo partido Chega. Durante uma cerimónia comemorativa, Neves afirmou que tem sido alvo de insinuações e mentiras, mas que não se deixará intimidar. O ministro garantiu que continuará a governar e a trabalhar, mantendo a sua postura firme perante as acusações.
O partido Chega, por seu lado, reafirmou a sua decisão de avançar com a moção de censura, apontando as polémicas em torno do ministro. Um deputado do Chega, Rodrigo Taxa, explicou que a moção visa reforçar a transparência e a responsabilidade no Governo. A porta-voz do partido Livre, por outro lado, admitiu que Neves tem explicações a dar e espera que as apresente no dia 8 de setembro.
A tensão entre os partidos aumenta com a proximidade do julgamento do líder do Chega, André Ventura, que deve decidir hoje se avança com a moção de censura contra Luís Neves. A situação mantém-se em aberto, com expectativa sobre o desfecho político.























