A Rússia libertou Robert Gilman, ex-fuzileiro dos EUA, após quatro anos de detenção, segundo informações divulgadas por meios de comunicação portugueses. Gilman, condenado a 10 anos de prisão, estava detido desde 2022 e estava em condições consideradas abusivas. Agora, ele segue para um hospital nos EUA para receber tratamento.
A libertação ocorreu após negociações que envolveram a administração norte-americana e a Rússia. A imprensa russa admitiu que a relação entre os dois países pode ter dado um passo em frente com a libertação do militar. A decisão também foi vista como uma resposta a novas acusações de "ataque terrorista" pela Ucrânia.
Gilman, de 32 anos, está gravemente doente e será reavaliado no Texas. A situação gerou reações internacionais, com alguns analistas acreditando que a libertação pode marcar uma mudança na tensão entre EUA e Rússia. A situação continua a ser monitorada por autoridades e observadores.



























