A Venezuela reforçou sua posição sobre o controle e propriedade dos recursos petrolíferos após anunciar um novo acordo com os Estados Unidos, que permitirá a exploração de um quinto das reservas de petróleo do país. A ministra dos Hidrocarbonetos, Paula Henao, assegurou que as empresas estrangeiras continuarão suas atividades, mas o controle permanece sob a soberania nacional. A declaração surge em meio a relações complexas com potências como a China e a Rússia, que também mantêm interesses no setor.
Apesar do acordo com os EUA, a Venezuela rejeita qualquer perda de soberania e destaca que os recursos do subsolo são exclusivamente seus. A China, por sua vez, tem mantido presença há anos no setor petrolífero venezuelano, reforçando sua influência no país. A Rússia, por outro lado, não descarta reuniões com líderes dos EUA e da China para discutir futuras parcerias, segundo agências russas.
O contexto geopolítico mostra uma Venezuela que busca equilibrar relações com diferentes potências, garantindo ao mesmo tempo o controle sobre seus recursos naturais. A tensão entre soberania e cooperação internacional continua a ser um tema central nas negociações do país.


















