A crise que envolve o presidente da FIFA, Gianni Infantino, ganha novos desdobramentos com o apoio de seis federações árabes, incluindo o Qatar e Marrocos, que apoiaram publicamente seu mandato. A decisão foi anunciada em meio a debates sobre a proposta de privatização dos direitos comerciais da Copa do Mundo, que foi abandonada após forte contestação.

Apesar do apoio, a confederação africana de futebol (CAF) expressou apoio a Infantino, mas não garante o voto dos países africanos em sua reeleição. A CAF se posicionou contra a proposta de privatização, que gerou críticas de outras federações continentais. Além disso, a Associação do Futebol da Irlanda (FAI) oficialmente retirou seu apoio ao presidente, enquanto a Associação Irlandesa de Futebol (IFA) apoia a posição da UEFA.

A situação é complexa, com diferentes federações tomando posições distintas. A eleição de Infantino está marcada para março, e a pressão sobre ele aumenta conforme mais federações reconsideram seu apoio. A FIFA, em crise, tenta manter a estabilidade em meio a divisões internas.