A Islândia decidiu, em referendo realizado no sábado, rejeitar a retomada das negociações para aderir à União Europeia. Os resultados definitivos, divulgados no domingo, mostram que 52,8% dos eleitores optaram por "não", enquanto 47,2% votaram a favor da reabertura das conversas. A diferença entre os dois grupos foi de aproximadamente 9.500 votos. A decisão reflete uma divisão no país, com uma parcela da população ainda hesitante sobre a adesão à UE, apesar da pressão externa, incluindo a influência dos Estados Unidos sobre a Groenlândia.
A União Europeia respeitou a decisão do povo islandês e destacou que o país continua a ser um "parceiro próximo" e de "maior confiança". O porta-voz da Comissão Europeia afirmou que a UE "toma nota do resultado" e "respeita a decisão do povo islandês". O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também reforçou essa posição, destacando a importância da relação entre a Islândia e a UE. Apesar da rejeição, a cooperação entre os dois países permanece forte, com acordos bilaterais em áreas como pesca e segurança.



















