A Boeing foi condenada a pagar 29 milhões de dólares (cerca de 150 milhões de reais) à família de um engenheiro irlandês da ONU que morreu em um acidente aéreo envolvendo um Boeing 737 MAX 8. O julgamento ocorreu nos Estados Unidos e envolve uma indenização por danos morais. O engenheiro, cujo nome não foi divulgado, estava a bordo de um voo da Ethiopian Airlines, que caiu em 2019, resultando em 346 mortos. A decisão foi tomada por um júri que avaliou a responsabilidade da empresa no acidente.

A condenação também inclui uma compensação de 25 milhões de euros, conforme uma ação civil apresentada por familiares de outro passageiro que faleceu no mesmo incidente. A Boeing foi acusada de negligência e de não ter adotado medidas adequadas para garantir a segurança do modelo 737 MAX. A empresa tem sido alvo de investigações e processos judiciais após os dois acidentes fatais envolvendo o avião. A decisão reforça a responsabilidade da indústria aérea em relação a falhas de segurança.