O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, foi cobrado por Flávio Bolsonaro e outros aliados do presidente Jair Bolsonaro para abrir um processo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Sergio Moro. A pressão surge após o senador Alcolumbre citar o dinheiro destinado a um filme sobre Bolsonaro, que teria sido usado para influenciar ações do STF. O senador argumentou que o dinheiro foi destinado à mesma pessoa que está sendo investigada, reforçando a suspeita de conflito de interesses.

O ministro André Mendonça, relator do caso do Banco Master, recebeu pessoalmente o ex-banqueiro Marcelo Odebrecht, suspeito de envolvimento em esquemas de corrupção. Flávio Bolsonaro minimizou o encontro, chamando-o de "cortina de fumaça", enquanto defende que o STF deve agir contra Moro. A situação reflete a tensão entre o poder executivo e o Judiciário, com críticas a possíveis influências políticas nas investigações.

A pressão por impeachment de Moro, que é acusado de ter recebido propinas, aumenta o debate sobre a independência do STF. Enquanto isso, o movimento político segue em alta, com parlamentares e figuras públicas envolvidas em discussões sobre a legitimidade das ações do Judiciário. A situação permanece em aberto, com o STF analisando as demandas e as relações entre políticos e setores financeiros.