Ministra Cármen Lúcia decidiu manter os processos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça separados, reforçando a posição do presidente do Supremo Tribunal Federal. A decisão, tomada durante sessão do STF, foi aguardada com atenção especial, já que a ministra vinha sendo apontada como possível alinhamento com o ministro. A manutenção da separação dos casos agravou a tensão interna no tribunal, que vive uma crise política e judicial.

O presidente Lula defendeu a apuração sobre Moraes, afirmando que a mulher de ministros não pode advogar na Corte. A posição do presidente foi reforçada por assessores que monitoraram o debate. Parlamentares e presidenciáveis criticaram a crise no STF, enquanto a oposição mobilizou-se para acompanhar a sessão. A situação reflete um clima de polarização no poder judiciário.

A decisão de Cármen Lúcia gerou reações em diferentes setores políticos. O governo e a oposição expressaram preocupação com a condução dos processos, enquanto o STF enfrenta pressões por transparência e imparcialidade. A crise interna no tribunal continua a ser um ponto de discussão em meio à campanha eleitoral.