Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentam uma crise interna após acusações contra Alexandre de Moraes, que lidera a Polícia Federal. O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, pressionou a ministra Cármen Lúcia para que vote a favor da abertura de uma investigação contra o ministro. A tensão cresce com a divulgação de relatórios que envolvem casos como o Banco Master, gerando divisões dentro do tribunal.

André Mendonça, ministro do STF e vice-presidente do TSE, tem sido criticado por sua postura evangélica e por sua relação com o governo Bolsonaro. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro celebrou sua nomeação, destacando sua "terrível evangélica". No entanto, a crise envolve também o ministro Marco Aurélio Mello, que se arrependeu de ter apoiado a indicação de Moraes ao STF.

A presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, busca soluções colegiadas para acusações envolvendo o caso Banco Master. A imprensa internacional acompanha de perto a disputa, que pode afetar a independência do STF. A situação reflete uma polarização política dentro do próprio tribunal, com pressões externas e internas.