O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou que a Polícia Federal informe em 24 horas sobre a situação dos dados extraídos do celular de Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu após solicitações de ministros como Luís Roberto Barroso, Luís Flávio Gomes e Luís Eduardo Magno, que pediram acesso à íntegra dos registros. O material, ainda lacrado, está sob custódia da PF, que foi solicitada a detalhar o estado e a posse do aparelho.
A PF foi convidada a usar a mansão de Vorcaro em Minas Gerais como base operacional, mas o ministro André Mendonça negou a solicitação. A situação do celular, que contém registros suspeitosos de contatos entre Flávio Bolsonaro e o empresário Carlos von der Heydt, continua em análise. O Supremo ainda não decidiu se compartilhará a cópia integral dos dados com os ministros que solicitaram acesso. A expectativa é que a PF apresente uma resposta dentro do prazo estabelecido.


























