Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência, divulgou recentemente suas metas eleitorais, visando ampliar suas bancadas no Congresso e garantir apoio a Jair Bolsonaro. Segundo dados da Datafolha, ele não está atraindo uma parcela significativa dos eleitores que apoiavam outros candidatos da direita no primeiro turno. O presidenciável também enfrentou críticas de aliados, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que questionou sua decisão de condicionar sua participação em algumas ações eleitorais.
Durante um ato em Rio de Janeiro, Flávio ironizou críticas feitas por Lula sobre o Palácio do Planalto, destacando a diferença entre "palácios" e "ruas". Ele também destacou o número de ameaças de morte recebidas durante sua campanha, reforçando a imagem de um candidato em constante risco. Além disso, defendeu políticas de segurança mais rígidas, sugerindo que criminosos devem ser eliminados, independentemente de como.
No Maranhão, Flávio também se posicionou na disputa pelo Palácio dos Leões, reforçando sua visão de governança e segurança. Sua campanha, que inclui propostas como anistia e castração química, busca consolidar seu papel como figura de referência dentro do PL. Apesar das críticas, ele mantém uma postura firme e contundente, alinhada ao discurso de seu irmão, Jair Bolsonaro.


























