Lula afirmou durante um discurso no Rio de Janeiro que não tem preferência entre os Estados Unidos, a China e a Rússia para parcerias em minerais críticos. O presidente destacou a importância de colaborações internacionais para garantir a segurança energética e tecnológica do Brasil. Durante o evento, ele também mencionou a França e a Inglaterra como possíveis parceiros em iniciativas semelhantes.

A declaração de Lula surge em um contexto de crescente demanda por minerais estratégicos, como lítio e cobre, essenciais para a produção de baterias e tecnologias modernas. O presidente destacou a necessidade de uma abordagem equilibrada e transparente na busca por parcerias, evitando qualquer forma de dependência excessiva.

Além disso, Lula criticou o uso de inteligência artificial por adversários para disseminar informações falsas, durante o mesmo ato de campanha. Ele enfatizou a importância de uma comunicação clara e baseada em fatos, reforçando a posição do Brasil como actor relevante na arena internacional.

A discussão sobre minerais críticos e parcerias internacionais reflete as preocupações do Brasil com a soberania tecnológica e a segurança energética em um cenário global de tensões geopolíticas.