Lula tenta se distanciar do ministro Sergio Moro após a crise no STF, afirmando que não o indicou ao Supremo. A declaração ocorreu durante uma sessão marcada por tensões entre os Poderes. O presidente eleito, que já enfrenta processos judiciais, busca reforçar sua imagem de independência.
Caiado, candidato do PSD, acusou Lula de ter "mãos sujas" e criticou a condução da sessão no STF. Ele defendeu que a instituição precisa estar acima de indivíduos e que Lula deveria atuar para pacificar os Poderes. A crise envolve acusações de influência política sobre o Judiciário.
A sessão no STF alterou as previsões de vitória de Lula e Flávio Bolsonaro no Polymarket. Analistas observam que a polarização entre os Poderes pode impactar o cenário eleitoral. A situação reflete a complexidade do cenário político brasileiro.
O debate entre os Poderes continua, com acusações e defesas que envolvem figuras centrais da política brasileira. A crise no STF se intensifica, com consequências para a imagem e a trajetória dos candidatos.

























