A sessão plenária extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira foi marcada por tensão interna e uma análise detalhada sobre a investigação do ministro Alexandre Moraes, acusado de envolvimento no caso Master. Durante o julgamento, os ministros utilizaram referências culturais, desde Aristóteles até o humorista Porchat, para ilustrar seus argumentos, tornando a sessão um momento de debate intenso. O líder da oposição no Senado criticou a decisão do presidente do STF, Flávio Dino, de pedir vista na análise do caso, alegando que isso atrasa o julgamento.
A sessão também destacou o papel de Cármen Lúcia, que foi citada como a única figura adulta na sala, após um bate-boca entre ministros e a interrupção da sessão por Dino. Analistas observaram a dinâmica de poder dentro do STF e a influência de figuras como Cármen Lúcia na condução das discussões. A investigação contra Moraes continua em andamento, com o julgamento ainda em processo.
























