O Supremo Tribunal Federal (STF) está em meio a uma discussão sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, após críticas ao desempenho de ministros envolvidos no caso. A decisão de afastar Rodrigues foi tomada pelo ministro Andr, mas foi contestada por outros membros da Corte. O ministro Edson Fachin, em uma decisão recente, recomendou a participação de toda a Corte no caso, o que gerou confusão e medidas divergentes dentro do STF.

A PF, por sua vez, realizou 14 operações em diferentes regiões do país no dia seguinte ao afastamento de Rodrigues, demonstrando a continuidade das atividades da instituição. A Advocacia-Geral da União (AGU) comemorou a manutenção de Rodrigues no cargo, afirmando que a decisão reafirma prerrogativas da Presidência da República. O presidente do STF, porém, determinou que Rodrigues tenha 48 horas para se manifestar antes que uma decisão final sobre sua chefia seja tomada.

A situação está polarizada, com governistas criticando o desempenho de ministros envolvidos e o STF dividido sobre a condução do caso. A PF, apesar do afastamento, mantém sua atuação operacional, enquanto o Supremo tenta equilibrar as pressões políticas e jurídicas envolvidas. A decisão final ainda não foi anunciada, mas a tensão no STF permanece elevada.