A Polícia Federal (PF) investiga suspeitas de desvio de emendas parlamentares para o financiamento do filme *Dark Horse*, produzido por Jair Bolsonaro. O deputado federal Mário Frias está na mira da operação, que apura possíveis irregularidades na gestão de recursos públicos. A PF alega que o dinheiro teria sido direcionado para empresas subcontratadas, sem transparência. A operação, chamada *Make Up*, envolve também a produtora Karina e agentes públicos e privados, que seriam parte de uma "organização criminosa".
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, buscou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino para tentar retomar o cargo, dentro do inquérito. A PF afirma que o filme foi usado como argumento para justificar o retorno de Dino à chefia da corporação. A investigação aponta que o dinheiro de emendas parlamentares teria sido desviado para financiar o projeto, sem seguir as regras legais.
A PF já identificou possíveis atuações da organização criminosa até julho deste ano. A operação busca esclarecer se houve corrupção e se os recursos foram mal utilizados. O caso envolve figuras políticas e produtoras, com riscos de impacto na política brasileira. A PF não confirmou ainda a existência de crimes, mas investiga a possibilidade de desvios.



















