O Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma crise institucional agravada com o conflito entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. A situação se intensificou após o pedido de vista do ministro Flávio Dino, que pode estender a disputa entre os dois líderes do tribunal. Mendonça, que lidera uma ala mais conservadora, e Moraes, que representa uma linha mais investigativa, têm divergências sobre a condução de processos importantes.
A tensão se acentuou durante uma sessão plenária, onde Moraes e outros ministros dedicaram grande parte do tempo de fala. O caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ex-ministro Cláudio Castro também gerou debates. Embora Mendonça tenha apoiado Castro em 2024, o advogado de Vorcaro comemorou recentemente a liberação de Castro por meio de habeas corpus.
O Instituto Iter, fundado por Mendonça, negou convite a Vorcaro para um coquetel, o que gerou mais especulações sobre relações políticas e influência dentro do STF. A situação reflete uma polarização crescente no tribunal, com impactos na legitimidade e na condução de processos judiciais.





















