A avalanche de lama e detritos que atingiu a região fronteiriça entre o Nepal e a China deixou ao menos 389 mortos no Nepal e três no lado chinês. A tragédia ocorreu na quarta-feira, quando uma onda de água, gelo e rochas desceu pela região montanhosa, destruindo comunidades, pontes e estradas. O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, alertou que o fato de pessoas estarem desaparecidas não significa que estejam bem, mas que não se pode especular sobre seu estado.
A China e outros países vizinhos estão fornecendo socorro imediato à região afetada. As autoridades alertam sobre riscos de deslizamentos de terra e inundações repentinas, especialmente no condado de Gyirong, na China, que também foi duramente atingido. Além disso, Nepal e China alertaram sobre novos riscos de inundação com lagos que ameaçam transbordar.
A enchente foi provocada pelo colapso de uma geleira, que desencadeou a avalanche. Especialistas destacam que o aquecimento global está desestabilizando o Himalaia, aumentando o risco de desastres naturais. As autoridades ainda buscam sobreviventes e avaliam os danos em uma área que fica na fronteira entre dois países.
A situação é considerada dramática, com a região ainda sob risco de novos desastres. As imagens aéreas mostram a extensão da destruição, com comunidades inteiras reduzidas a ruínas. A comunidade internacional acompanha de perto os esforços de resgate e ações de contenção dos riscos.





























