Os guardas prisionais do Porto iniciaram uma greve com adesão de 90% dos trabalhadores, protestando contra a "falta de segurança" e as "constantes agressões" nas unidades prisionais. Apenas oito guardas não participaram da manifestação, sendo que três são novos e foram aconselhados a não se envolver. A greve, que ocorreu em resposta a condições de trabalho consideradas insalubres e perigosas, envolveu centenas de agentes que se reuniram em frente a uma unidade prisional para expressar suas preocupações. As autoridades estão analisando as demandas dos funcionários, que alegam que a falta de recursos e a exposição a riscos elevados comprometem sua segurança e a de terceiros. A situação tem gerado debates sobre a necessidade de melhorias nas condições de trabalho e na segurança nas instituições penais.