Calor extremo já impactou a economia da Europa, com prejuízos estimados em milhares de milhões de euros. Segundo uma análise recente, as temperaturas elevadas reduziram o PIB do continente em 0,3 pontos percentuais apenas em junho. Especialistas alertam que esse impacto pode se estender até 2030, com possíveis custos de até 7% no crescimento económico para países como Espanha, França e Itália.
A onda de calor afeta diversos setores, incluindo agricultura, energia e transporte. Na Espanha, por exemplo, a produção agrícola sofreu com a seca, enquanto a demanda por energia elétrica aumentou, pressionando preços. Além disso, o turismo, um dos pilares da economia ibérica, também foi impactado, com redução de visitantes em regiões costeiras.
Governos e instituições estão analisando estratégias para mitigar os efeitos do aquecimento global. A União Europeia já discute políticas de adaptação climática e investimento em infraestrutura resiliente. A situação reforça a necessidade de ações urgentes para reduzir as consequências do aquecimento global.
A previsão indica que os efeitos do calor continuarão a ser sentidos nos próximos anos, exigindo políticas públicas mais eficazes para proteger a economia e a população.























