Os Estados Unidos intensificam sua pressão sobre a União Europeia e o Brasil para que cumpram compromissos comerciais, enquanto a tensão entre os EUA e o Irã se agravam. Na Europa, Washington insta a UE a flexibilizar leis que atribuem responsabilidades às grandes empresas, segundo relatório da Reuters. Paralelamente, o Brasil inicia um processo de reciprocidade contra as tarifas impostas pelos EUA, com o governo esperando até 60 dias para implementar medidas.
O presidente brasileiro, Lula, reafirmou a posição do país sobre a questão, destacando que o Brasil "não é pouca coisa" e que buscará vencer a narrativa dos EUA. A pressão comercial dos EUA também se reflete no mercado financeiro, com o euro subindo contra o dólar, aproximando-se de 1,16 dólares.
A situação política nos EUA também é marcada por críticas internas sobre a justificativa da intervenção do país no conflito com o Irã, segundo análise de um comentarista da CNN Portugal. Essas tensões revelam uma complexa rede de relações comerciais e geopolíticas, com implicações para a economia global.























