O partido Chega mantém posição firme sobre a criação de uma comissão de inquérito ao caso Luís Neves, apesar de ter corrigido apenas parte das irregularidades apontadas por Aguiar-Branco. A situação gerou um conflito entre o partido e o Presidente da Assembleia da República, que já havia solicitado a investigação. A comentadora Mafalda Anjos analisa a tensão entre as partes, destacando a postura de resistência do Chega. A discussão reflete a complexidade das relações políticas no Parlamento português, com o partido tentando manter sua linha de ação. A comissão de inquérito ainda não foi formalmente aprovada, mas a pressão por transparência e responsabilização persiste. A situação pode ter implicações para a agenda legislativa e a dinâmica política do país.
Chega e Presidente da Assembleia travam confronto sobre inquérito




























