O partido Chega pediu a exoneração do ministro da Administração Interna, Luís Neves, após uma série de polémicas envolvendo sua gestão anterior como diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ). A proposta foi entregue na Assembleia da República e visa "salvaguardar o prestígio e o regular funcionamento das instituições". As críticas surgem após ações como o desaparecimento de armas em 2022, que envolveram o então diretor nacional da PJ, e a identificação de um menor de 13 anos por suspeita de incêndios em Tábua.
A Polícia Judiciária alega que o menor apenas percebeu o perigo após contato com as autoridades. Além disso, o partido aponta irregularidades na gestão financeira da PJ, em contratos públicos e relações com uma empresa que teria realizado trabalhos para o ex-diretor. A comentadora da CNN Portugal, Mafalda Anjos, criticou a falta de senso e ética em certas situações, destacando a informalidade na condução da PJ sob a liderança de Neves.
A situação gerou debates sobre a transparência e a eficiência da instituição. O ministro, que atualmente é diretor nacional da PJ, enfrenta pressões por parte de diferentes grupos políticos. A falta de clareza sobre as alegações levanta questões sobre a credibilidade da polícia. A situação continua em análise, sem conclusões oficiais até o momento.























