Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, criticou a posição do PS sobre a Prestação Social Única (PSU), afirmando que a ação na Segurança Social "não é uma reforma, é uma privatização". As declarações foram feitas durante uma discussão sobre a iniciativa parlamentar do PCP, que visa revisar a política de segurança social. O líder do PCP pediu ao PS para reconsiderar a sua postura e acompanhar a proposta, que visa garantir melhorias para os cidadãos mais vulneráveis.

O PCP acusou o Governo de ter mentido sobre os efeitos da PSU, alegando que a medida piora o combate à pobreza. A iniciativa do PCP foi entregue à Assembleia da República, obrigando-a a debater o diploma e possivelmente alterá-lo ou revogá-lo. O partido também acusou o Governo de enviar mensagens contraditórias sobre a segurança social.

O secretário-geral do PS, Carneiro, traçou uma linha vermelha para o Orçamento do Estado, exigindo uma garantia pública sobre as pensões. Ele acusou o Governo de enviar mensagens contraditórias sobre a segurança social, reforçando a tensão entre os partidos.

O debate entre os partidos reflete uma crescente polarização sobre a reforma da segurança social em Portugal, com acusações de privatização e má gestão por parte do Governo.