O partido Chega apresentou uma proposta parlamentar para a exoneração do ministro da Administração Interna, Luís Neves, após uma série de polémicas envolvendo a gestão anterior da Polícia Judiciária (PJ). A iniciativa surge após críticas à atuação do ministro, que assumiu o cargo em 2026, após ter sido diretor nacional da PJ entre 2018 e 2026.

A polémica envolve acusações de falta de ética e informalidade na gestão da PJ durante o período em que Luís Neves exercia o cargo. Comentadoras e analistas destacam a necessidade de maior rigor e transparência nas operações da polícia. O Chega acredita que a permanência de Neves no cargo compromete o prestígio das instituições.

O partido também acusa o líder do governo, Luís Montenegro, de continuar a apoiar Neves, apesar das controvérsias. A proposta visa garantir o funcionamento regular das instituições e a manutenção da confiança pública.

A situação reflete um aumento de críticas ao papel do ministro na gestão da PJ, com impacto na imagem do órgão e na credibilidade do governo.