A China reforçou sua posição sobre o uso pacífico do espaço, com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Guo Jiakun, destacando a defesa da segurança espacial em uma conferência de imprensa. Paralelamente, os Estados Unidos discutem a regulamentação da inteligência artificial, com o presidente Donald Trump descartando restrições a investimentos na área, alegando que a tecnologia trará mais benefícios do que riscos.
Enquanto a China busca equilibrar inovação e controle sobre a tecnologia, os mercados asiáticos registraram quedas após a volatilidade das ações de inteligência artificial em Nova York. A tensão entre EUA e Irã também influenciou os índices, com o petróleo subindo.
O governo brasileiro, por sua vez, anunciou investimentos em inteligência artificial e lançou uma iniciativa para aproximar o poder público de grandes empresas, sinalizando uma mudança na relação entre Estado e setor privado.
A corrida tecnológica entre EUA e China ganha nova dimensão, com cada país buscando estabelecer seu modelo de desenvolvimento e controle sobre novas fronteiras.
























