A China não pressiona um fim imediato da guerra na Ucrânia, segundo uma analista que admite que o país não tem interesse em acelerar a resolução do conflito. Liliana Reis, especialista em relações internacionais, afirma que Pequim prioriza a manutenção do status quo, aproveitando a instabilidade para fortalecer sua influência geopolítica. O conflito, segundo ela, beneficia a China ao desgastar o poder militar ocidental e aumentar a dependência de Moscovo, o que reforça a posição de Pequim no cenário internacional. A análise destaca que a China evita envolver-se em uma solução rápida, preferindo manter uma postura equilibrada para não comprometer seus interesses estratégicos. A manutenção do conflito, portanto, é vista como uma oportunidade para a China consolidar sua posição no mundo.
China não pressiona fim rápido da guerra na Ucrânia


















