Autoridades nepalesas e chinesas confirmaram hoje o saldo de 768 mortos e mais de 3 mil pessoas desaparecidas após deslizamentos e inundações na fronteira entre o Nepal e a China. O desastre, que ocorreu na quarta-feira (27), afetou uma região do Himalaia, onde uma massa de lama, gelo e água soterrou casas e deixou centenas de pessoas feridas.
As buscas continuam no terceiro dia, com equipes de resgate enfrentando condições climáticas adversas. Chuvas fortes e o risco de novas inundações complicam os esforços, segundo relatos da mídia. Uma criança de 6 anos foi resgatada com vida após quase 60 horas presa sob lama e destroços.
O balanço oficial indica que pelo menos 752 pessoas morreram no Nepal, enquanto 16 foram registradas como mortas na China. O número de desaparecidos permanece acima de 3 mil, incluindo 261 estrangeiros. As autoridades alertam que o cenário ainda é crítico e que o número de vítimas pode aumentar.
A região, localizada perto da fronteira com a China, sofreu com o deslizamento de terra, que provocou danos significativos e bloqueou estradas. A comunicação com áreas afetadas é limitada, o que dificulta o acesso a informações precisas. As equipes de resgate trabalham com recursos limitados, mas continuam a buscar sobreviventes.



















