O diretor financeiro da Polícia Judiciária (PJ), Alvaro Pires, negou ter realizado obras na sua residência com a empresa Construbarcelos, após ser confrontado internamente pela direção nacional da instituição. A negação foi feita após uma investigação interna que questionou eventuais ligações entre o dirigente e a empresa, segundo informações divulgadas por várias fontes. A direção da PJ, após ouvir o desmentido, decidiu não iniciar qualquer processo disciplinar contra o diretor, considerando que não houve indícios de irregularidades, segundo a mesma fonte.
A negação do diretor financeiro foi confirmada por múltiplas fontes, incluindo a imprensa nacional. A PJ, que tem sido alvo de críticas e investigações sobre possíveis conflitos de interesses, manteve a posição de que não há base para ações disciplinares. A empresa Construbarcelos, que está envolvida em diversos projetos de construção, não comentou diretamente a situação, mas as autoridades da PJ reforçaram que a relação entre o diretor e a empresa não foi comprovada.
A situação levanta novas perguntas sobre a transparência e a conduta de dirigentes da PJ, especialmente em um contexto de aumento de escândalos envolvendo a instituição. A falta de ações disciplinares, apesar da investigação, pode gerar dúvidas sobre a eficácia das medidas internas da polícia. (sol.iol.pt)



























