Os Estados Unidos ameaçaram aliados que não apoiem a ofensiva económica contra o Irão, segundo declarações do secretário do Tesouro, Scott Bessent. A pressão norte-americana visa punir o país por seu programa nuclear e por atividades de desenvolvimento de mísseis. O Irão, por seu lado, considera as sanções como um ato de "terrorismo económico" e "crimes contra a humanidade".

A tensão aumentou com a ameaça de represálias econômicas, incluindo possíveis restrições a negócios com o Irão. A Guarda Revolucionária iraniana alertou que pode usar mísseis mais destrutivos se a pressão continuar. O estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o petróleo, permanece no centro das tensões.

Os analistas acreditam que as sanções podem ter impactos significativos na economia iraniana, mas o país demonstra resistência. O presidente Donald Trump prometeu consequências, mas os iranianos mostram tolerância à dor. A situação continua a gerar preocupação sobre a estabilidade regional.

A resposta do Irão incluiu linguagem dura, com o Ministério dos Negócios Estrangeiros a condenar a "guerra económica" como uma forma de agressão. Aliados estão divididos sobre o apoio à ofensiva, enquanto a pressão norte-americana se intensifica.